O termo ageísmo, assim como etarismo e idadismo, são utilizados para expressar a discriminação e o preconceito em razão da idade das pessoas.

No dia a dia, as práticas discriminatórias contra a pessoa idosa podem se manifestar de diversas formas, ainda que de maneira sutil.

Tratar o idoso como criança, criticá-lo por começar um novo relacionamento ou uma nova carreira, negar-lhe uma vaga de emprego, por conta da idade, são exemplos de ageísmo. Todas essas ações conferem uma forma de ageísmo e, embora, muitas vezes, seja uma prática involuntária, elas podem trazer diversos males emocionais para a vida de um indivíduo.

No entanto, ser vítima de práticas ageístas prejudica essas pessoas e as inibe de viver o envelhecimento de forma ativa e com qualidade. Entre os impactos dessas práticas podemos citar:

saúde mental abalada: a pessoa se sente desprezada e acaba acreditando que não serve mais pra nada, esse comportamento influencia no surgimento de males que afetam a saúde mental, como a depressão e ansiedade;
menor participação em atividades preventivas: não há vontade de praticar o autocuidado e de participar de atividades que proporcionem isso;
redução de longevidade: como exposto sobre abalo na saúde mental, por conta de sofrer ageísmo e se sentir inferiorizado, a pessoa se retrai cada vez mais e perde a vontade de viver;
baixa autoestima: menos vontade de se cuidar, de se arrumar. Em mulheres também pode surgir devido o aparecimento de cabelos brancos, por exemplo. O público feminino é o mais atingido pela chegada do envelhecimento por causa da pressão midiática.

Add Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *